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By Selminha

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Entrevistas

Vanessa Gerbelli em nova fase
Por Selminha // Links Rápidos • FotosVideosMuralTwitter

Em cartaz no longa As Mães de Chico Xavier, a atriz abre o coração ao Buchicho e fala sobre seus múltiplos papéis como artista e mãe



Caipira, um tanto sujinha e com planos malvados - mas era tudo por amor: em O Cravo e a Rosa, Lindinha tentava atrapalhar como podia o romance de Petruchio e Catarina. Vanessa Gerbelli já estreou na TV com um papel inesquecível, em 2000. Em Mulheres Apaixonadas, fez Fernanda, mãe da pequena Salete (Bruna Marquezine), outro memorável. Fez Kubanacan, Da Cor do Pecado e, em 2004, com uma participação especial em Cabocla, trocou a Globo pela Record. Na nova casa, Vanessa encontrou outra possibilidade para a carreira: foi protagonista de Amor e Intrigas (2007), antagonista de Prova de Amor (2005) e A História de Ester (2010). Entre um trabalho e outro, ainda sobrou tempo para ser mãe de Tito, dedicar-se às artes plásticas, fazer cinema e reencontrar seu lado cantora – afinal, foi com o musical Cazas de Cazuza que ela foi descoberta. No filme As Mães de Chico Xavier, Vanessa Gerbelli é Elisa, uma mãe que perde o filho ainda criança e encontra conforto através de cartas psicografadas pelo médium mineiro. Em entrevista exclusiva ao O POVO, a atriz conta um pouco da sua trajetória, da emoção de fazer um longa sobre Chico e do próximo trabalho, uma nova novela na Record.

O POVO - No cinema, você fez Carandiru, Os Desafinados e Sem Controle. O que As Mães de Chico Xavier significa na sua carreira?
Vanessa Gerbelli - As Mães de Chico Xavier foi um trabalho que me proporcionou uma experiência muito bonita, afetiva e profissionalmente. Sou uma admiradora sincera de Chico Xavier, e participar de um filme sobre ele me comoveu bastante. Eu já era uma admiradora, sempre me interessei por ele, por seu trabalho e sua história. Quando nos aproximamos de histórias dessa magnitude, nos engrandecemos também. Fazer o filme me fez sentir privilegiada por conhecer mais de perto a sua obra e, mais ainda, poder transmiti-la.

OP - Como foi a experiência? O que Elisa ensinou para você?
Vanessa - Foi muito bom trabalhar com (os diretores) Glauber (Filho) e Halder (Gomes). Esse filme foi o primeiro em que atuei num papel central, então, com certeza, não me considero experiente em cinema. Sou uma apaixonada, na verdade. Aprendi bastante com este, espero continuar no caminho. Fazer Elisa foi maravilhoso. Dolorido, mas sublime também. Acredito que ela traz a mim e a quem assiste uma mensagem de amor e superação.

OP - Quais são as expectativas para a repercussão de As Mães de Chico Xavier? Você se preocupa com a crítica ou com o público?
Vanessa - Com o público, sobretudo nesse filme em que a mensagem é o mais importante e não a expressão autoral. Assistir ao Mães... equivale a ler um dos livros de Chico Xavier. Fico feliz que o nosso cinema esteja se popularizando, ganhando mais espaço. É difícil competir com os filmes que vêm de fora, sobretudo os americanos, com a tradicional indústria que os promove. Acho que a nossa identidade deve ser sondada, como plateia e como criadores também, nessa arte. Descobriu-se recentemente essa paixão pelo brasileiro por filmes espíritas – os livros já eram muito difundidos –, levando muita gente aos cinemas. Espero que o público continue a se interessar pelas nossas produções, conhecendo os artistas brasileiros, expandindo seus interesses e fazendo o nosso cinema crescer.

OP - Você já entrou na TV com um personagem forte e inesquecível, que foi a Lindinha, de O Cravo e a Rosa. Qual foi a importância desse papel naquele momento?
Vanessa - Trabalhar com Walter Avancini foi um privilégio, foi aprender com o melhor professor sobre televisão, simplesmente. Posso dizer que foi ele quem definiu minha relação com o texto, com o espaço cênico, o comprometimento com a personagem, tudo o que levo até hoje quando estou atuando.

OP - Você gosta de trabalhos bem-humorados ou prefere os dramas?
Vanessa - Gosto de drama e comédia, desde que sejam bem escritos... Não sou muito fã das caricaturas e chanchadas, sou meio chata com o riso fácil, superficial, que vem da banalização de um assunto. Se tiver que encarar algo assim, saio correndo.

OP - Você saiu da Globo e foi para a Record. O que a mudança de emissora trouxe para você?
Vanessa - Me deu mais estabilidade e a oportunidade de atuar mais e em papéis melhores. Além disso, tenho intervalos entre trabalhos que me proporcionam fazer cinema e teatro.

OP - No ano passado, você fez A História de Ester. Você continua na Record?
Vanessa - Estreio no final de abril uma novela de Cristianne Fridman, na Record. É uma ótima novela, os capítulos são interessantíssimos. Tenho também a oportunidade de voltar aos musicais com Emilinha e Marlene, as Rainhas do Rádio.

OP – Você desistiu da carreira de cantora ou pretende gravar um disco?
Vanessa - Não desisti, tenho planos de gravar, sim.

OP - Outro talento seu são as artes plásticas. Você tem o hábito de pintar? Como é a sua rotina?
Vanessa - O trabalho de artista plástico não pode parar, é sempre uma evolução do seu olhar sobre determinado assunto. Mesmo quando não estou pintando, estou desenvolvendo meu trabalho, seja com fotos, recortes, escritos, poemas... Mas, quando tenho paz, vou pintar. Adoro a sensação.

OP - Você é mãe. Mudou muito a sua vida quando você teve o Tito? E continua mudando até hoje?
Vanessa - Sim, para muito melhor. Acho que ficamos mulheres mais interessantes quando nos abrimos para nos dedicar a um filho com tamanho amor. A insegurança e o desejo de auto-afirmação desaparecem, tudo fica em seu lugar: trabalho, relação com o sexo oposto, família etc. É difícil ser artista e mãe, mas ainda assim, acho imprescindível a experiência.

Fonte: O Povo

ATENÇÃO:
eu não sou a Vanessa Gerbelli e também não tenho contato com ela.

:) Selminha

     


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